quinta-feira, 28 de julho de 2016

O que somos afinal no Universo, por que a s relações entre os homens/mulheres tornou-se uma tragédia grego romana? A falta de compreensão e a identidade individual não tem sido respeitada. O homem esqueceu-se de coisas simples como saber conviver...


O convívio nas ruas, cidades, ambientes de trabalho, escolas... tem chegado a níveis de estress e desrespeito incomuns.

Não se observa algo fundamental chamado Gentileza. Uma palavra simples ensinada desde os tempos mais antigos...

Palavras de encorajamento, de agradecimento, são raras... os ambientes tornaram-se pesados do início ao fim do dia de trabalho. desconfiança, intolerância, vazio existencial, falta de cavalheirismo, furtos etc... são vistos no dia a dia das Empresas. Uma simples comida posta na geladeira em comum, já é motivo para descontrole, e quando não muito de furtos, entre os camaradas, colegas de trabalho.

O que aprendemos? 
O que nos foi passado?? 
Aonde estão ética e o caráter individual, será que a violência começa por aqui mesmo, ao nosso lado?

O meu e meu - é a palavra de ordem, e o colega às vezes por educação, deixa até de retrucar, com receio de que saia uma briga!!!

Assistimos perplexos, a falta dos valores educativos, e dos gestos nobres de gentileza...isso só vemos escrito por aqueles que acreditam que com isso, incorporarão novos lembretes às pessoas que precisam, e deveriam reaprender a conviver em grupo!!

Uma pena ter que falar isso, mas é o que se presencia!!!

Muito triste!!!

Valsa Hippie - Carta de Vinicius de Moraes a Chico buarque


https://youtu.be/6Xov1hYYs3E


Um dia ele chegou tão diferente do seu jeito de sempre chegar.

Olhou-a de um modo mais quente do que comumente costumava olhar

E não falou mal da poesia como era seu jeito de sempre falar

E nem deixou-a só num canto, pra seu grande espanto disse: Vamos nos amar...

Aí ela se recordou do tempo em que saíam pra namorar 

E pos seu vestido dourado cheirando a guardado de tanto esperar

depois os dois deram-se os braços como a gente antiga costumava dar

E cheios de ternura e graça foram para a praça e começaram a bailar...

E logo toda a vizinhança ao som daquela dança foi e despertou

E veio para a praça escura, e muita gente jura que se iluminou

E foram tantos beijos loucos, tantos gritos roucos como não se ouviam mais

Que o mundo compreendeu

E o dia amanheceu em paz.


O remédio é sonhar. (Fernanda Allegretti e Rita Loiola)






Os recentes avanços das técnicas de investigação do cérebro por meio de imagens, mostram que a ausência de experiências oníricas durante a noite pode ser mais grave para a mente e o corpo que a privação do sono.



A razão pela qual sonhamos intriga os homens desde a Antiguidade.Grandes pensadores se debruçaram no tema, a fim de dar algum sentido, de Freud a Schopennhauer. Na Bíblia há inúmeras passagens de mensagens divinas transmitidas por meio de devaneios durante o sono.

José do Egito ganhou notoriedade na corte do Faraó, por saber interpretar sonhos.


Com a Interpretação do Sonhos de Freud, publicado em fins de 1899, a psican´lise finalmente abriu a porta para que eles fossem entendidos como de fato são - uma resposta da mente às vivências do indivíduo e suas preocupações cotidianas.


O americano Roc Morin, professor de Psicologia da City College de Nova York, já visitou, desde Junho do ano passado, dezessete países da Ásia perguntando as pessoas o que eles sonham,, à fim de criar um léxico onírico.



Há padrões comuns associados ao seu local de vida, experiências ou desejos.

Os padrões comuns dos sonhos incluem: A aparição de figuras e entes superiores, a presença de eventos religiosos e divinos, isso de acordo com as crenças individuais. Difícel um ateu sonhar com Deus por exemplo. Pesadelos infantis relacionados às situações de perigo...

Momentos históricos ou fatos atuais de grande repercussão. Narrativas de perdas ou angústias. Cenários de acidentes ou batalhas, ou grandes temas mundiais.

O comportamento do cérebro ao reconstituir os sonhos, mostra um desejo em quase a maior parte das pessoas, de que os fatos com os quais se sonham gostariam que se realizassem.








Sidarta Ribeiro, neurocientista brasileiro, da Universidade Duke, dos Estados Unidos, acredita que o sonho é um delírio gerado pela mente.

No que Freud já relata essa visão. O fundamental é sabermos como sonhamos, em que momentos brotam determinados tipos de sonhos, como o cérebro trabalha com eles - e não o que significam.

Na verdade existem fatos que descrevem situações a serem vivenciadas, o que os sonhos seriam uma forma de premonição de algo que ainda irá acontecer.


Eles também podem ser úteis no tratamento do stress pós- traumático, quando são recorrentes os sonhos que causaram esses estresses.


Compreender os sonhos, segundo dr. Amaro, coordenador do Instituto do cérebro do Hospital Albert Eisntein, em São Paulo afirma, que: compreender os sonhos nos ajuda a vasculhar o funcionamento neurológico.


                                                                     Veja 8 de Julho de 2015


Os antigos tem a visão de que os sonhos são avisos.

Desejos não realizados, frustrações da mente.

O que mais nos interroga é que, não sonhar nos faz falta. Logo sonhar não custa nada, e seja lá o que sonharmos, não devemos incomodar, mas sim compreender o por que das imagens, e qual sentido elas fazem a nossa realidade atual.


                                                            Good drems.